31 outubro 2017

Tem Laranjeira no Quintal?


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Se tem Laranjeira, Tangerineira ou qualquer outra fruteira aí no seu quintal também pode ter um problema. 

Nesta altura do ano os citrinos são geralmente os mais notados e começa a ser conveniente prestar atenção aos frutos. 

Conforme a cor vai mudando de verde para amarelo a Mosca da Fruta (Mosca do Mediterrâneo) entra em acção.


Geralmente a grande culpada da queda dos frutos, para além do Míldio, é exactamente a Mosca que ao picar o fruto deixa lá os respectivos “ovos” que ao se desenvolverem acabam por apodrecer o fruto e consequente queda.

Há, no entanto, uma técnica que não sendo nova ainda é pouco utilizada. Trata-se dum sistema fácil e barato.



 
São necessários os seguintes artigos:

- Uma garrafa de água de 1,5 litros transparente e perfurar a garrafa no meio com quatro orifícios com um centímetro de diâmetro;

- Um arame fino com mais ou menos 40 cm para pendurar a garrafa na fruteira.





Agora os ingredientes:

200 ml de água;
70 ml de vinagre branco;
20 gramas de açúcar branco.

Misturar bem e deitar na garrafa até 2 ou 3 dedos dos orifícios já abertos na garrafa. Pendurar a uma altura de 1,70 a 2 metros um pouco dentro da copa em local virado a Sul.

Em alternativa há um outro “ingrediente” com resultados “maravilha”:

- Um rabo de bacalhau por demolhar cortá-lo em pequenas fatias – para caberem no gargalo da garrafa – e encher com água até dois ou três dedos dos orifícios abertos e colocar a garrafa como dito atrás.


Há também a possibilidade de utilizar recipientes mais elaborados mas com outros custos.

No exemplo estou a utilizar este tipo de "armadilha" numa pequena ramada de Kiwis.


 Utilizei neste caso um rabo de bacalhau seco e o resultado ao fim de 10 dias foi o que se pode ver na foto.



 Se verificarem bem são quase só Moscas do Mediterrâneo.



22 outubro 2017

Entre-os-Rios - Faça Você Mesmo

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Depois do alerta de D. Fátima Pinto no Facebook sobre o estado em que se encontrava a última "morada" dos cidadãos de Entre-os-Rios, fiquei admirado quando por acaso dei, num golpe de vista, com um aspecto diferente na escadaria para a "morada" atrás referida. 

Dado que as intervenções no local já há muito tempo que não tinham qualquer visibilidade fiquei "em pulgas" com tal acontecimento. Na verdade, desde tempos remotos, que não se vislumbrava qualquer actividade “construtiva” no local, desde o “reinado" de D. Aníbal Santos

Era o deserto.

 


Alertada a minha curiosidade lá resolvi dar uma olhadela – confesso que as minhas visitas ao local não são habituais – e aí fiquei em êxtase perante obra tão eloquente!
 

Convém realçar que o resultado das eleições passadas e segundo as grandes promessas embandeiradas em entrevistas, vídeos e porta a porta deixassem antever grandes obras ao estilo Faraónico (lembram-se das obras do “Socas”?) seria algo de natural perante um “relvado” dum “verde” luminescente que tal fosse, de facto, uma obra Faraónica.

Desilusão.

Com um olhar perscrutador, tipo Sherlock Holmes, lá encontrei, lá vi, lá observei a obra.

Depois do telefone do Além vem o deserto da pedra granítica em forma de gravilha.



Uma dúvida, no entanto, me assalta: 

Foi via telefone do Além ou foi do tipo “Faça Você Mesmo” que a obra foi realizada?

 


Pela cor dos elementos é fácil concluir que a obra foi nocturna, como diria “Monsieur La Palisse”, pois todos os instrumentos alí estavam disponíveis.

12 outubro 2017

Autárquicas na EJA - Uma pergunta que se impõe

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Numa entrevista dada pela filha e pai Guedes a uma jornalista do jornal Observador, entre várias alarvidades, há uma que me sugere uma questão:

Quem vai pagar as despesas da campanha do MIME?

Será o MIME?

Será a Junta?

Será uma subvenção do Estado?

Segundo a jornalista:

"Quanto ao MIME, a subvenção do Estado vai dar para cobrir as despesas
que o movimento
independente teve com a campanha eleitoral, como astípicas canetas e quatro cartazes grandes espalhados pela freguesia"



Bem...


Quem estará enganado?


Parece-me que de acordo com a Lei terá de ser a "Família" MIME a pagar as despesas.

Vejamos:


Artigo 17º
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Salvo melhor interpretação, para garantir a subvenção teria o MIME de concorrer a dois órgãos municipais.


Da muita "droga" que a jornalista Sara Otto Coelho engoliu, parece que os Ejenses deverão estar atentos.

05 outubro 2017

A Verdade a que os Ejenses têm direito



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A campanha eleitoral para as Autárquicas de 2017, uns dias atrás, revestiu-se de promessas e mais promessas, que os “eleitores mal informados” até acreditaram. Mas fizeram-no conscientemente ou por falta de informação? 

A diferença entre o real e o imaginário é o aproveitamento da inconsciência duma população carenciada e mal informada.

As promessas de aumentar o “espaço para os mortos” as promessas de uma solução para o “saneamento básico”, promessas de emprego aqui ou ali e muitas mais promessas é só para “eleitores mal informados”.

Saberão os Egenses qual o orçamento a que a Junta de Freguesia tem direito?

Não. Não sabem. Se soubessem tinham tido mais cuidado.

Pois então vejam 




Parece-me evidente que só quem não tem informação ou quem vota nos seus “amores” desprezando os interesses da Freguesia, fez uma cruz de acordo com a sua “inocência”.

A realidade é que com 27.000 € por ano a Junta pouco mais poderá fazer do que pagar, e mal, aos seus “funcionários” para tratar das ervas daninhas, pagar a luz e a água e saborear uns cafés por fora.

É real que bem ou mal, sem o apoio da Câmara, a Junta é apenas um “apêndice” sem qualquer validade ou utilidade para os habitantes e interesses da Eja.

Os Movimentos têm destas coisas, nem são à esquerda nem são à direita, são qualquer coisa entre “carne e peixe”, são uma espécie de cultura “Vegan”.

Espero que no futuro os “crentes” tenham pelo menos a dignidade de ficar calados.

Dominando a Paisagem...

- ... a orgulhosa Freguesia de Rio de Moinhos enobrece a região do Tâmega.